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A manga é rica em ferro e ajuda no combate à anemia


A manga se originou no sudeste da Ásia, onde tem sido cultivada a mais de 4.000 anos. O fruto se espalhou para várias partes do mundo tropical e sub-tropical, onde o clima permite um melhor crescimento. As arvores são perenes e crescem até 60 metros de altura. A arvore começa a produzir frutos aos 4 a 6 anos após o plantio. São exigentes em calor e períodos de seca para definir e produzir uma boa colheita. 

Um dos principais benefícios da manga são as propriedades anti-inflamatórias. Ajuda o corpo em um número de maneiras diferentes. Pode reduzir a dor em doenças como a artrite, também alivia os sintomas da asma, devido aos benefícios anti-inflamatórios.

A manga é uma fruta que é muito rico em ferro. As mulheres, especialmente, existe a necessidade de aumentar a quantidade de ferro que consome, devido à grande quantidade que perdem durante a menstruação. As mulheres grávidas também precisam pensar sobre o aumento da quantidade de ferro que consome. 

Benefícios à saúde

Mangas contém fenóis, compostos fenólicos têm poderoso efeito antioxidante e anticancerígena.
A manga é rica em ferro, as mulheres grávidas e pessoas com anemia são aconselhados a comer essa fruta regularmente.
A manga é eficaz no alívio da obstrução dos poros da pele.
É valiosa também para combater a acidez e má digestão.
A manga é rica em antioxidantes e pobre em carboidratos.
A manga é uma rica fonte de vitamina A (beta-caroteno), E e selênio, que ajudam a proteger contra doenças cardíacas e outras enfermidades.
Problemas nos rins, incluindo nefrite.
Febres.
Problemas respiratórios.
Obstipação.

Valores nutritivos por 100 mg

Vitamina A: 6.350 UI
Vitamina B: Tiamina ,06 mg.;
Vitamina C: 41 mg.
Cálcio: 9 mg.
Fósforo: 13 mg.
Proteína: .7 GM.
Calorias: 66

Mamão uma fonte de nutrientes!


O mamão, Carica papaya L. (Caricaceae), provavelmente seja originário das planícies do leste da América Central, do México ao Panamá. Suas sementes foram distribuídas para o Caribe e o sul da Ásia durante a exploração espanhola no século 16, de onde se espalhou para a Índia, Pacífico e África. O mamão é hoje cultivado em todos os países tropicais e muitas regiões sub-tropicais do mundo. 

O mamão é rico em nutrientes, é rico em antioxidantes, vitaminas do complexo B, ácido pantotênico e ácido fólico e os minerais, potássio e magnésio além de fibras. Juntos, estes nutrientes promovem a saúde do sistema cardiovascular e também oferecem proteção contra o câncer de cólon. Além disso, papaia, como é comumente chamado, contém a enzima digestiva papaína, que é usada para tratar lesões esportivas, outras causas de trauma e alergias. Vitamina C e vitamina A, ambos são necessários para o bom funcionamento de um sistema imunológico saudável. Mamão pode, portanto, ser uma escolha de fruto saudável para prevenir doenças como infecções de ouvido recorrentes, constipações e gripes.

Valor nutritivo por 100g.

VITAMINAS
Vitamina A: 1.750 UI 
Vitamina B: Tiamina 0,03 mg. 
Riboflavina: 0,04 mg. 
Niacina: 0,3 mg. 
Vitamina C: 56 mg. 
também contém vitamina E e K.

MINERAIS
Cálcio: 20 mg. 
Ferro: 0,3 mg. 
fósforo: 16 mg. 
Potássio: 470 mg.

Gorduras: 0,1 mg.
Carboidratos: 10 mg.
Proteína: 0.6 mg.
Calotias: 39

Mamão contém papaína, enzimas digestivas e, portanto, valiosa para ajudar a digestão. As enzimas digestivas; papaína e quimopapaína ajudam a diminuir a inflamação e melhorar a cicatrização de queimaduras, além de ajudar na digestão de proteínas. Os nutrientes antioxidantes encontrados no mamão, incluindo vitamina C, vitamina E e beta-caroteno, também são muito bons em reduzir a inflamação.

O fruto maduro é de fácil digestão e previne a constipação. Os estudos de caso indicam que este alimento, tomado isoladamente, por dois ou três dias, tem um efeito tônico altamente benéfico sobre o estômago e intestinos.

O suco do mamão alivia infecções do cólon e tem uma tendência a quebrar pus e muco. Pode ajudar a prevenir câncer de órgãos e glândulas no tecido epitelial (mamão maduro). A fibra é capaz de se ligar às toxinas que causam câncer no cólon e mantê-los longe das células saudáveis do cólon. Além disso, o folato, vitamina C, beta-caroteno e vitamina E foram associados com a redução do risco de câncer de cólon.

Evita náuseas e enjôo, as sementes são antielmínticas e expelem vermes. Mastigar e engolir duas colheres de chá de sementes após cada refeição principal (três vezes ao dia).

Mamão pode ser muito útil para a prevenção da aterosclerose e doença cardíaca em diabéticos. Mamões são uma excelente fonte de vitamina C, bem como uma boa fonte de vitamina E e vitamina A (através da sua concentração de pró-vitamina A fitonutrientes dos carotenóides), três antioxidantes muito poderosos.
São também uma boa fonte de fibra, o que foi ajuda a reduzir níveis elevados de colesterol.

Importância biológica dos óleos essenciais



Muitas espécies vegetais liberam diversas misturas de compostos voláteis pertencentes ao metabolismo secundário presentes em folhas, flores e frutos para a atmosfera. Estes compostos voláteis, são constituídos principalmente de terpenóides, fenilpropanóides e derivados de ácidos graxos, e representam cerca de 1% dos metabólitos secundários conhecidos de plantas (Dudareva, et al., 2004). 

Estes compostos voláteis de baixo peso molecular pertencem a diferentes grupos funcionais (hidrocarbonetos, álcoois, aldeídos, cetonas, éteres e ésteres) e desempenham um papel vital no ciclo de vida das plantas proporcionando uma maneira para que as plantas interajam com o ambiente ao seu redor. Emitindo compostos voláteis de flores e frutos (aromas e sabores), as plantas produzem pistas químicas para animais, polinizadores e disseminadores de sementes, garantindo assim a reprodução das plantas e o sucesso evolutivo (Reinhard et al., 2004; Pichersky e Gershenzon, 2002).

Os compostos voláteis emitidos a partir de tecidos vegetativos, como parte do sistema de defesa da planta, pode diretamente repelir microrganismos e animais ou atrair predadores naturais que atacam os herbívoros, protegendo indiretamente a planta através de interações tritróficas. Ao liberar voláteis de sinalização, uma planta pode reduzir o número de herbívoros em mais de 90% (Kessler e Baldwin, 2001) e também alertar plantas adjacentes sobre o ataque de patógenos (Engelberth et al., 2004). Voláteis emitidos pelas raízes podem contribuir para sistema de defesa abaixo da superfície, os voláteis emitidos podem agir como anti-microbianos e produzir substâncias contra herbívoros ou apresentar atividades alelopática que aumentem a competitividade no ambiente (Steeghs et al., 2004; Chen et al., 2004).

A maior parte das espécies que produzem óleos essenciais são angiospermas eudicotiledôneas, principalmente pertencentes às famílias Asteraceae, Laminaceae, Lauraceae, Myrtaceae, Rutaceae, Myristicaceae e Apiaceae (Alonso, 1998; Lavabre, 1997; Simões e Spitzer, 2004). Os óleos essenciais podem ocorrer em estruturas especializadas, como células parenquimáticas diferenciadas (Lauraceae, Myrtaceae, Piperaceae, Poaceae), em tricomas glandulares (Lamiaceae) ou canais oleíferos (Apiaceae e Asteraceae). Podem também ser estocados em certos órgãos como flores (como na rosa), folhas (louro, melissa e eucalipto), cascas do caule (canela), madeira (pau-rosa), rizomas (gengibre), frutos (anis-estrelado) ou sementes (noz-moscada). Sua função envolve sinais de comunicação química no reino vegetal e atuam como armas de defesa química contra o reino animal. 

Na natureza, óleos essenciais desempenham um papel importante na proteção das plantas como agentes antibacterianos, antivirais, antifúngicos, inseticidas e também contra herbívoros, reduzindo seu apetite para tais plantas (Bakkali et al., 2008). 

Propriedades medicinais da própolis verde




Própolis, um produto da abelha doméstica, ganhou a popularidade como um alimento e uma medicina alternativa. Seus constituintes exercem efeitos farmacológicos, tais como antimicrobiano, antiinflamatório e anti-câncer. A própolis brasileira produzida no cerrado, rica em derivados prenilados do ácido-p-cumárico (Bankova, 1999), é conhecida internacionalmente como própolis verde, green própolis, a qual tem como principal fonte vegetal à espécie de Baccharis dracunculifolia D.C., possuindo uma coloração característica que é utilizada pelos japoneses para sua rápida identificação no processo de comercialização (Park et al., 2004). A própolis verde é amplamente consumida no Japão como suplemento alimentar na profilaxia de doenças devido as suas ótimas características organolépticas e também em razão do menor teor de poluentes ambientais (Sousa, et al.,2007) e em alimentos e bebidas com o objetivo de manter ou de melhorar a saúde humana (Aga et al., 1994). A própolis verde tem sido estudada intensivamente por causa de seu produto químico característico e atividades biológicas (Marcucci et al., 2001). A composição da própolis, um produto resinoso coletado por abelhas domésticas nas várias partes da planta, depende de vários fatores tais como a estação e a vegetação da área (Midorikawa, et al. 2001).


Propriedades farmacológicas.
- antiulcerogênica (Barros et al., 2007), 
- antioxidante (Simões et al., 2004), 
- antiinflamatória (Montpied et al., 2003), 
- hepatoprotetora (Seo et al., 2003), 
- anticarcinogênica (Bazo et al., 2002), 
- antimicrobiana (Marcucci et al., 2001), 
- anticariogênica (Park et al., 1998), 
- anestésica (Campos et al., 1998), 
- fungicida (Marcucci et al., 1995), 
- imunomoduladora (Dimov et al., 1992) e 
- cicatrizante (Ghisalberti, 1979).

Etnobotânica e a sua importância na ligação entre o uso empírico e farmacológico das plantas medicinais



A Etnobotânica é a ciência que investiga as relações intrínsecas entre as culturas e usos de plantas incidindo, essencialmente, sobre a forma como as plantas são utilizadas em todas as sociedades humanas (como alimentos, medicamentos, cosméticos; usos religiosos; como tinturaria, têxteis; em construção, como ferramentas, moeda, vestuário; na literatura, em rituais e na vida social). As plantas medicinais ajudam no alivio do sofrimento humano e são usadas como subsistência, remédios caseiros e como comercio (Kunwar et al., 2006).

O uso da sabedoria popular na medicina ocorre em todas as comunidades por todo o mundo (Smitherman et al. 2005). Como resultado da busca continua para achar um tratamento para as doenças, que são especificas em cada comunidade, tem sido desenvolvido uma extensa farmacopéia de plantas medicinais (Kiringe 2006). De acordo com a Organização Mundial de Saúde (O.M.S.) em torno de 80% das pessoas em todo mundo usam a medicina tradicional nos primeiros cuidados na saúde (WHO 2002). A medicina tradicional tem atingido importância econômica rapidamente, em países em desenvolvimento é certamente um dos meios de tratamento mais acessíveis e até mesmo o único tratamento encontrado (Revene et al., 2008).

A natureza tem sido fonte de recursos medicinais por milhares de anos e um grande numero de compostos medicinais tem sido isolados das plantas. As plantas produzem uma variedade de moléculas bioativas sendo assim uma fonte importante de cura, as plantas superiores continuam a ser utilizadas na manutenção da saúde na maioria das comunidades, mesmo com o advento da moderna medicina (Farombi, 2003). 

A demanda mundial por ervas medicinais esta crescendo e o mercado de fitoterápicos em 1999 foi de 19,4 bilhões de dólares. Muitas drogas têm entrado no mercado internacional através da exploração da medicina popular. Estima-se que 25% das drogas prescritas contenham princípios ativos derivados de plantas (Tiwari & Joshi 1990). É estimado a existência de aproximadamente 400.000 espécies de plantas vasculares em uso e em torno de um terço é utilizado com propósitos medicinais (Raven & Crane 2007). 
Em torno de 122 compostos, 80% dos quais são usados com os mesmos propósitos etnobotânicos, são derivados de 94 espécies de plantas (Ajibesin et al., 2008). Muitos ingredientes ativos têm sido descobertos de plantas baseadas em informações etnofarmacológicas e patenteados como drogas. Maprouneacina isolado da planta Maprounnea africana é utilizada como anti-diabética (Carney et al., 1999), o taxol, obtido do Taxus breviflora, é usado como droga anti-tumoral (Samuelsson 1992) e a artemisinina, descoberta da Artemisia annua, é usada como um potente composto anti-malarial. 

Os métodos etnobotânicos incluem entrevistas com a comunidade em questão sobre as plantas, partes das plantas utilizadas, formas de uso, etc. Uma seleção é feita com as plantas de maior interesse para a farmacobotânica, as plantas utilizadas na medicina tradicional são selecionadas pela população porque são efetivas contra uma determinada doença.

Referências

Ajibesin, K. K.; Ekpo, B. A.; Bala, D. N.; Essien, E. E.; Adesanya, S. A. 2008. Ethnobotanical survey of Akwa Ibom state of Nigeria. J. Ethnopharmacol., 115:387-408.
Carney, J. R.; Krenisky, J. M.; Williamson, R. T.; Luo, J.; Carlson, T. J.; Hsu, V. L.; Moswa, J. L. 1999. Maprouneacin, a new daphnane diterpenoids with potent antihyperglycaemic activity from Maprounea africana. J. Nat. Prod., 62: 345-347.
Farombi, E. O. 2003. African indigenous plants with chemotherapeutic potentials and biotechnological approach to the production of bioactive prophylactic agents. African J. Biotech., 2: 662 – 671.
Kiringe, J. W. 2006. A Survey of Traditional Health Remedies Used by the Maasai of Southern Kaijiado District, Kenya. Ethnobotany Research & Applications, 4:61-73.
Kunwar, R. M.; Nepal, B. K.; Kshhetri, H.B.; Rai, S.K.; Bussmann, R.W. 2006. Ethnomedicine in Himalaya: a case study from Dolpa, Humla, Jumla and Mustang districts of Nepal. Journal of Ethnobiology and Ethnomedicine, 2:27.
Revene, Z.; Bussmann, R. W.; Sharon, D. 2008. From Sierra to Coast: Tracing the supply of medicinal plants in Northern Peru – A plant collector’s tale. Ethnobotany Research & Applications, 6:015-022.
Samuelsson, G. 1992. Sesquiterpenes and diterpenes with pharmacological and biological activities. Acta Pharm. Fennica, 101:33-34.
Siddhiqui, M. A. A.; John, A. Q.; Paul, T. M. 1995. Status of some important medicinal and aromatic plants of Kashmir Himalaya. Advances in Plant Sciences, 8:134-139.
Smitherman, L. C.; Janisse, J.; Mathur, A. 2005. The Use of Folk Remedies Among Children in an Urban Black Community: Remedies for fever, colic, and teething. Pediatrics 115(3):297-304.
Tiwari, N. N.; Joshi, M. P. 1990. Medicinal plants of Nepal: Volumes I, II & III. Journal of Nepal Medical Association 28:181-190, 221-232, 266-279.
World Health Organization (WHO). 2002. WHO Traditional Medicine Strategy 2002-2005. World Health Organization, Geneva. HO/EEDM/TRM/2002.11

Plantas mencionadas na Bíblia



Muitas plantas foram mencionadas na Bíblia, desde aquela época as pessoas usavam as plantas não somente como o alimento, mas também como aromatizante e para uso medicinal. O hissopo era utilizado frequentemente para a purificação (PSALMS 51:7), foi usada também para impedir que o sangue coagulasse (EXODUS 12:22). O uso medicinal do hissopo pode ser encontrado em JOÃO (19:29 – 30).

O hissopo bíblico - a planta que é chamada Hyssopus officinalis, é nativa do sul da Europa, mas não ao Oriente Médio antigo ou ao Egito, conseqüentemente o hissopo que nós conhecemos não é o mesmo da Bíblia. Esse poderia ter sido confundido com a manjerona pelos estudiosos da Bíblia, ou a planta alcaparra, ao sorgo, ao broto da samambaia ou ao asplênio. A menta era bem conhecida sendo usada como alimento ou aromatizante, assim como ainda é hoje.

Alguns peritos da Bíblia dizem que a menta estava entre “as ervas amargas” mencionadas no Exodus 12:8, Números 9:11, junto com as folhas da endivia, da chicória, da alface, do agrião da água, do espinafre, e do dente-de-leão. Todas essas ervas eram comidas como salada. A menta era ingerida após as refeições para ajudar o sistema digestivo. A salsinha embora não mencionado na Biblia era abundante e foi usado no passado como um símbolo de uma nova era porque era uma das primeiras ervas a surgir acima do solo. Os romanos serviam-lhe em banquetes como um refrescante da respiração.

Uma outra passagem que refere às ervas amargas é EXODUS 12:8. O anis é mencionado na versão da Biblia do Rei James em MATTHEW 23:23. A palavra anis é considerada um erro na tradução para a maioria das citações modernas dos tradutores que o traduziram como “menta, o dill e o cominho”. O alho ainda é o mesmo que nós usamos hoje, era a erva favorita pelos reis. A cabaça de JONAH 4:6 foi confundida pelos estudiosos com sendo a mamona. A malva era cortada inteira e usada como alimento. Outra planta é a salsola, que é uma planta salina parecida com o espinafre e comido pelos pobres. A mandrágora é mencionado no GÊNESIS 30:14 – 16, a história diz de Raquel convoca os poderes das mandrágoras de Rueben, mas não diz se acreditava em suas qualidades mágicas, naquela época era conhecida a como a maçã do amor.

O espinho-de-Cristo se originou do espinho de Jerusalém Paliurus spina-christi. Outras plantas, usados em perfumes e banhos e as madeiras nobres, mencionadas são, bálsamo, incenso, cânfora, canela, cássia e açafrão. Os cereais, o milho, trigo, lentilha, milheto, feijão e cevada.

As flores mencionadas na Bíblia são salgueiro, lírio da água, violeta, tulipa, sálvia, rosa, ranúnculo, peoni, nigela, narciso, açafrão-da-pradaria, malva, lupina, litrium, lírio, consolida, narciso, hiacinto, galium, açafrão, mostarda, menta, melancia, mandrágora, malva, hissopo, alho, alho porró, cebola, coriandro, anis, cominho, linho, abóbora e cerefólio.

Árvores, canela, salgueiro, pinho, bálsamo, carvalho, amora, mirto, junipero, elmo, castanha, cipestre e cedro. Frutas mencionadas, pomegranate, palma, castanha, maçã e azeitonas.

Duas ervas estão entre as favoritas, o incenso chamado também olibanum foi usado em rituais religiosos por séculos. Mencionado frequentemente nos primeiros 5 livros. Foi usado para tratar dores internas e externas. É usada uma resina gomosa encontrada nas árvores espinhosas pequenas chamadas Boswellia thurifera, crescendo na África, no Yêmen, e nos países do mar vermelho.

Mirra era usada para fazer lavagem para infecções, foi usada pelos egípcios e pelos hebreus como incenso, em cosméticos, em perfumes e como medicinal, muito usado também naquele tempo para embalsamar os corpos. O incenso era considerado um tesouro raro e foi dado como um grande presente para o bebê Jesus!

Commiphora é encontrada na Arábia e na Abissínia, hoje em dia, é usado para tratar as dores de gargantas, infecções e pé-de-atleta. Contem substancias que limpam o organismo e estimula o sistema circulatório e é expectorante.

As dores e as feridas eram tratadas com cataplasma feitos da culatra do urso, ou mel ou gordura de porco, a resina da hera, o óleo de agrimônia, de sementes de linhaça e a casca do mamão. As torceduras foram envolvidas com uma cataplasma feito das folhas esmagadas da planta consolida. O reumatismo era tratado embebendo o balsamo no óleo verde de oliva e aplicado na parte afetada como linimento. Fazendo massagem com sal seguido por um xampu por todo o corpo, fazia as pessoas sentirem como se estivesse saído de um spa, isto ajudava na circulação do sangue. Os problemas de estômago eram curados com água de alecrim. A raiz do gengibre também era usada mastigada. As dores de cabeça também eram curadas com o chá do alecrim, ou as folhas da hortelã que eram colocadas na testa. O óleo de manjerona era friccionado em cima da região que sofria a dor de cabeça. Os galhos de alecrim eram fervidos em água e usados para lavar o corpo contra as febres.