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  • Beterraba benefícios para o fígado e combate o câncer




    As raízes avermelhadas contêm poderosos compostos que ajudam a proteger contra doenças cardíacas, defeitos de nascimento e certos tipos de câncer, especialmente câncer de cólon. O pigmento que dá a beterraba sua cor roxo-avermelhado é a betacianina também é um poderoso agente de combate ao câncer.

    A beterraba ajuda a desintoxicar e proteger o fígado contra doenças. O seu uso continuo ajuda a aumentar o número de células do sistema imunológico responsável por detectar e eliminar células anormais.

    Em pacientes com câncer de estômago, quando os cientistas compararam os efeitos de frutos e sumos de vegetais para a formação de nitrosaminas, compostos cancerígenos produzidos no estômago a partir de produtos químicos chamados nitratos, foi descoberto que o suco de beterraba é um potente inibidor das mutações celulares causados por estes compostos. Os nitratos são normalmente utilizados como conservantes químicos em carnes processadas.

    As pessoas cujas dietas são concentradas em betaína, encontrada na beterraba e espinafre, têm menor incidência de inflamações.

    As beterrabas são especialmente ricas em folato, vitamina B, que é essencial para o crescimento do tecido normal. Comer alimentos ricos em folato é especialmente importante durante a gravidez, pois sem ácido fólico suficiente, a coluna vertebral da criança não se desenvolve adequadamente, uma condição chamada de defeitos do tubo neural. A necessidade diária de ácido fólico é de 400 microgramas. Um copo de beterraba cozida cortada contém 136 microgramas de folato.

    As folhas verdes podem ser cozidas e também são ricas em betacaroteno, ácido fólico, clorofila, potássio, vitamina C e ferro.

    A raiz de beterraba é utilizada para combater a leucemia. A terapia com beterraba, com consumo de aproximadamente dois quilos de purê de beterraba por dia, tem sido relatada favoravelmente para os casos de leucemia e tumores (incluindo câncer).

    Pesquisas também mostram que o suco de beterraba pode ajudar a inibir o desenvolvimento de câncer de cólon e do estômago.

    A fibra de beterraba ajuda a reduzir o colesterol em 30 a 40%, também pode ajudar a normalizar a pressão arterial. Beterraba ajuda a manter a elasticidade das artérias, quando consumido regularmente pode ajudar a prevenir varizes.

    O teor de ferro da beterraba vermelha, embora não seja alto, é da melhor qualidade que o torna um poderoso limpador e construtor do sangue. Esta é a razão pela qual a beterraba é muito eficaz no tratamento de muitas doenças causadas por tóxicos e poluição.

    O suco de beterraba é altamente alcalino que o torna eficaz no tratamento da acidose. Beber regularmente o suco pode ajudar a aliviar a constipação.

    Suco de beterraba e suco de cenoura, quando combinado é excelente na cura de gota, problemas nos rins, vesícula biliar, dores de cabeça, dores de dente, disenteria, lumbago, problemas de pele, problemas menstruais, etc.

    O suco de beterraba é muito forte, não tome muito se seu corpo ainda não estiver acostumado, aconselha-se aumentar a quantidade de ½ raiz de beterraba de tamanho médio para 1 a cada semana. O suco é tão forte que você pode sentir tonturas durante a limpeza, este desconforto é normal, pois as toxinas estão sendo eliminadas. É aconselhável beber bastante água para ajudar na eliminação de toxinas. Quando você começar a comer beterraba regularmente, você verá uma cor vermelha na urina ou fezes, não há nada para se preocupar, pois esta é a cor da beterraba. Quando a beterraba é cozida parte de seu conteúdo de nutrientes é destruído, você pode consumi-la como suco ou crua.

    Brotos vegetais são excelente fonte de nutrientes



    Os brotos de plantas há muito tempo são conhecidos como alimento natural, mas pesquisas recentes mostram que, além de ser uma excelente fonte de nutrientes, eles também têm capacidade curativa importante. Brotos de alfafa, feno-grego, ervilhas, lentilhas, trevo vermelho, rabanete, feijão mungo, brócolis , grão-de-bico, couve, mostarda, quinoa e soja contêm quantidades concentradas de fitoquímicos (compostos da planta) que podem nos proteger contra doenças. Eles têm uma maior concentração de vitaminas e sais minerais, proteínas, enzimas, fitoquímicos, antioxidantes, nitrosaminas, minerais, bioflavinoids e químico-protetores como sulforafano e isoflavonas que trabalham contra as toxinas, resistem a mutação celular e revigoram o sistema imunológico.

    Estudos sobre canavanina, um aminoácido da alfafa, demonstrou benefício para câncer pancreatico, do cólon e leucemia. Estrógenos vegetais também são abundantes nos brotos. Eles aumentam a formação densidade óssea e previnem a osteoporose. Eles também são úteis no controle de menopausa, TPM e tumores fibrocísticos nas mamas .

    A alfafa é um das melhores fontes de alimento de um outro composto, a saponina. Saponinas combatem o mau colesterol e gordura, mas não o HDL que são gorduras boas. Estudos em animais provam seus benefícios na aterosclerose e doença cardiovascular. Saponinas também estimular o sistema imunológico, aumentando a atividade das células defensoras naturais, tais como linfócitos T e interferon.

    Os brotos também contêm uma abundância de antioxidantes altamente ativos que evitam a destruição do DNA e nos protegem dos efeitos do envelhecimento. Pesquisadores encontraram nos brotos de brócolis quantidades elevadas de compostos que combatem o câncer, de 20 a 50 vezes mais do que o brócolis maduro.

    São facilmente digeríveis, paredes celulares delicadas facilmente liberam os nutrientes elementares. Abundantes enzimas torna-os mais fáceis de digerir, mesmo para aqueles com uma má digestão.

    Valor Nutricional

    O que se segue é um breve resumo do valor nutritivo de alguns dos brotos mais comuns.

    1. Todas as leguminosas, como as mencionadas acima são altamente concentradas em proteínas e amido e são formadoras de meio ácido. Em uma dieta adequada de verduras, sementes, legumes e frutas, um bom equilíbrio de meio ácido e básico é mantida. Quando a dieta é pesada, no lado da proteína, resulta em acidez, em seguida, é necessário eliminar o maior número de alimentos ácidos possível. Os brotos ajudam a reduzir o desequilíbrio alcalino-ácido, que pode ocorrer quando os grãos, legumes, proteínas e outros são usados. O broto do feijão mungo, de composição semelhante às frutas, são ricos em vitaminas A, C e complexo B. O broto da alfafa, contém muita clorofila, assim como vitaminas A, complexo B, C, D, E, G. K e U. Tem também grandes quantidades de ferro, cálcio, fósforo e enxofre.

    2. A maioria das sementes contêm uma grande quantidade de fósforo, um mineral importante para aumentar vigor e a capacidade mental. O fósforo é também necessário para ossos e dentes saudáveis, fato que torna as sementes germinadas um bom nutriente para bebês e crianças. Sementes de girassol são ricas em vitaminas B e D e todos os aminoácidos essenciais. As sementes de gergelim são uma fonte rica de cálcio, ferro, fósforo, niacina e proteína.

    3. Grãos de trigo germinados contêm vitaminas C, E, complexo B, magnésio, cálcio, fósforo, sódio, potássio, proteínas, enzimas, clorofila e possivelmente B-17. Na sua forma de broto, uma grande parte do amido é convertido em açúcares simples, tornando-se um alimento saudável aceitável para muitas pessoas que precisariam de outra maneira para utilizar o trigo como fonte de alimento.

    Constituintes químicos e atividade farmacológica de Baccharis dracunculifolia DC.




    A espécie Baccharis dracunculifolia DC (De Candole), é popularmente conhecida como vassoura ou alecrim-do-campo, é amplamente utilizada na medicina caseira. A forma de infusão de suas folhas é empregada para problemas hepáticos, disfunções estomacais e como antiinflamatório. Estudos de literatura relatam o uso medicinal e religioso do “alecrim-do-campo” comercializado em mercados e feiras livres no Rio de Janeiro (Azevedo & Silva (2006), assim como a utilização das folhas para feridas (Freise, 1933, citado por Fenner, et al. 2006) e o uso dos ramos, em decocto, como antifebril (Rodrigues & Carvalho, 2001).

    É uma planta dióica com as inflorescências masculinas e fêmininas, cujo arbusto cresce em quase todo o Brasil, e a principal fonte botânica da própolis verde no sudeste do Brasil. Uma característica dos compostos fenólicos das própolis analisadas e da espécie vegetal de B. dracunculifolia foi a alta proporção de artepilina C e outros derivados do ácido cinâmico. Com base nas evidências fitoquímicas, B. dracunculifolia foi identificada como a principal fonte vegetal das própolis produzidas nos estados de São Paulo e Minas Gerais (Alencar et al., 2005).

    O extrato de B. dracunculifolia mostrou a presença de germacreno-D, biciclogermacreno, assim como derivados prenilados do ácido coumarinico. Germacreno-D e o biciclogermacreno (14%) estão entre os principais compostos do óleo essencial em conjunto com o delta-cadineno (13%) e germacrona (5%) (Loayza et al., 1995).

    Os extratos aquosos da própolis de B. dracunculifolia e de partes da planta contêm o ácido 3,4-di-O-ácido-cafeoilquinico, ácido-3.5-di-O-cafeoilquinico e o ácido clorogênico. Além disso, 27 compostos incluindo os diterpenos labdânicos, compostos prenilatedos, flavonóides e outros fenólicos que foram isolados préviamente da própolis, foram identificados também no extrato metanólico de B. dracunculifolia. Entre eles, 24 compostos foram detectados nas gemas, indicando que deve ser uma fonte importante da própolis. A origem botânica de 19 componentes foi pela primeira vez estabelecida para B. dracunculifolia (Tezuka et al., 2003).

    Resende (2007) confirmou seu potencial efeito anti-mutagênico no extrato obtido em acetato de etila. A análise do extrato por cromatografia líquida de alta eficiência permitiu a identificação dos compostos fenólicos: ácido cafeico, ácido p-coumárico, éter de aromadendrina-4'-O-metil, ácido 3-prenil-p-coumárico, 3,5-diprenil-p-coumárico (artepilina C) e baccharina.

    Funari et al. (2007), concluíram que a planta Baccharis dracunculifolia é a principal fonte botânica da própolis do estado de São Paulo, investigada para verificar a atividade biológica específica com relação aos fibroblastos em ratos NIH-3T3, células da pele envolvidas diretamente nos processos de cicatrização. O perfil cromatográfico, caracterizado pela maior parte por flavonóides e por ácidos aromáticos, demonstrou ser qualitativamente similar ao da B. dracunculifolia. Foi encontrado que a própolis de B. dracunculifolia apresenta uma toxicidade dependente da concentração in vitro em fibroblastos do rato NIH-3T3.

    Os perfis cromatográficos das gemas da folha e da própolis e das folhas não expandidas e expandidas de B. dracunculifolia mostraram similaridade, mas as folhas não expandidas diminuíram quantitativamente em constituintes químicos em comparação às gemas da folha. No caso das folhas expandidas, todos os constituintes químicos decresceram severamente ou desapareceram. Artepilina C (ácido 3,5-diprenil-4-hidroxicinâmico) foi identificado também em própolis e em exudatos resinosos e em ambos os extratos etanólicos continham as concentrações mais elevadas deste composto em comparação aos outros constituintes químicos (Park et al., 2004).

    Menezes (2005) avaliou a atividade antiinflamatória do extrato aquoso desta planta utilizando o modelo de pleurisia induzida por zimozan em camundongos. Os resultados indicaram que o extrato bruto aquoso de B. dracunculifólia possui atividade antiinflamatória e que é mais potente quando, concomitantemente, administrado ao estímulo da inflamação.

    Silva Filho et al., (2004) através do fracionamento cromatográfico das folhas, usando diversas técnicas, isolou os compostos isosakuranetina, aromadendrin-4'-metileter, ácido ferúlico, ácido diidrocinâmico, 3-prenil-4-(diidrocinnamoiloxi)- ácido cinâmico e friedelanol. Um sesquiterpeno novo, baccharisketona, e um monoterpeno novo, acetato de p-metoxitimol , foi isolado das folhas de B. dracunculifolia junto com dezessete compostos conhecidos. A atividade inibitória do crescimento dos compostos isolados contra células da leucemia (L 1210) foi testada e três terpenos fenólicos e cinco álcoois sesquiterpênicos exibiram forte atividade citotóxica (Fukuda, et al., 2006).

    Lemos et al. (2007), testou a eficiência do extrato da planta contra ulceras gástricas. A análise por cromatografia líquida de alta eficiência da composição química do extrato de B. dracunculifolia usado neste estudo revelou a presença principalmente de derivados ácidos e de flavonoides cinamicos. As doses de 50, 250 e 500 mg/kg do extrato cru de B. dracunculifolia e de controles positivos (omeprazol ou cimetidina) diminuíram significativamente o índice da lesão, a área total da lesão e a porcentagem da lesão causada pelas ulceras comparados com os grupos de controle negativos. A porcentagem da inibição das ulceras foram significativamente mais elevadas nos grupos tratados com o B. dracunculifolia, cimetidine ou omeprazole, com todos os protocolos usados, comparado com os grupos de controle negativos. Em relação a secreção gástrica, as reduções no volume do suco gástrico e a acidez total foram observados, assim como o aumento no pH gástrico. Estes resultados foram similares aos resultados dos estudos realizados com extrato verde da própolis. Embora mais investigações sejam necessárias, nossos resultados sugerem que o B. dracunculifolia tem potencial para ser usado como um preparado fitoterápico para o tratamento da ulcera gástrica.

    Leitão et al. (2004), utilizaram o extrato da folha de B. dracunculifolia e o extrato verde da própolis ambos os extratos produziram efeito bacteriostático em culturas de Streptococcus mutans na concentração de 0.40 mg/ml. Os resultados demonstram que o extrato da folha de Bd e os extratos verdes da própolis têm efeitos inibitórios similares nos fatores cariogênicos de S. mutans, e permite nos sugerir que as folhas de Bd pode ser uma potencial fonte de produtos farmacêuticos empregados para esta finalidade.

    Da Silva Filho et al., (2004) utilizaram várias concentrações do extrato de B. dracunculifolia como tripanomicida. Os compostos isosakuranetin e oxido de baccharis foram os mais ativos na analise tripanomicida, mostrando os valores CI50 (concentração inibitória requerida para a inibição de 50%) de 247.6 e 249.8 microM, respectivamente. Compostos aromadendrin-4'-metileter, acido ferulico, e 3-prenil-4-(diidrocinnamoiloxi)- acido cinamico indicaram atividade moderada e os compostos acido diidrocinnamico e friedelanol foram inativos.

    Referências
    ALENCAR, S.M. et al. 2005. Composição química de Baccharis dracunculifolia, fonte botânica das própolis dos estados de São Paulo e Minas Gerais. Ciência Rural. 35:4. 909-915.
    AZEVEDO, S.K.S. DE & SILVA, I.M. 2006. Plantas medicinais e de uso religioso comercializadas em mercados e feiras livres no Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Acta bot. bras. 20(1): 185-194.
    COELHO, F.B.R., et al. 2005. Levantamento etnofarmacológico realizado na comunidade mumbuca localizada no Jalapão – TO. Revista Eletrônica de Farmácia Suplemento, 2:2, 52-55.
    FENNER, R. et al. 2006. Plantas utilizadas na medicina popular brasileira com potencial atividade antifúngica. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas. 42:3. In. FREISE, F.W. 1933. Plantas medicinaes brasileiras. Boletim de Agricultura. 34. 252-494.
    FUKUDA, M. et al. 2006. Studies on the constituents of the leaves of Baccharis dracunculifolia (Asteraceae) and their cytotoxic activity. Chem. Pharm. Bull. (Tokyo). 54(10):1465-8.
    FUNARI, C.S. de. et al. 2007. Analysis of própolis from Baccharis dracunculifolia DC. (Compositae) and its effects on mouse fibroblasts. J Ethnopharmacol. 4;111(2):206-12.
    LEITÃO, D.P. et al. 2004. Comparative evaluation of in-vitro effects of Brazilian green própolis and Baccharis dracunculifolia extracts on cariogenic factors of Streptococcus mutans. Biol. Pharm. Bull. 27(11):1834-9.
    LEMOS, M. et al. 2007. Baccharis dracunculifolia, the main botanical source of Brazilian green própolis, displays antiulcer activity. J. Pharm. Pharmacol. 59(4):603-8.
    LOAYZA, I. et al. 1995. Essential oils of Baccharis salicifolia, B. latifolia and B. dracunculifolia. Phytochemistry. 38:2. 381-389
    MENEZES, H. 2005. Avaliação da atividade antinflamatória do extrato aquoso de Baccharis dracunculifolia (Asteraceae). In: 18 RAIB. São Paulo. Arquivos do Instituto Biológico. São Paulo: Instituto Biológico, 2005. v. 72. p. 33-33.
    PARK, Y.K. et al. 2004. Chemical constituents in Baccharis dracunculifolia as the main botanical origin of Southeastern Brazilian propolis. J. Agric. Food Chem. 52, 1100–1103.
    RESENDE, F.A. 2007. Inhibition of doxorubicin-induced mutagenicity by Baccharis dracunculifolia. Mutat. Res. 30.
    RODRIGUES, V.E.G. & CARVALHO, D.A. DE. 2001. Levantamento etnobotânico de plantas medicinais no domínio do cerrado na região do alto Rio Grande –Minas Gerais. Ciênc. Agrotec., 25:1.102-123.
    SILVA FILHO, A.A. da. et al. 2004. In vitro trypanocidal activity evaluation of crude extract and isolated compounds from Baccharis dracunculifolia D.C. (Asteraceae). J. Pharm. Pharmacol., 56(9):1195-9.
    TEZUKA, Y. et al. 2003. Buds of Baccharis dracunculifolia: potent source of biologically active caffeoylquinic acids and labdane-type diterpenes of Brazilian própolis. Journal of Traditional Medicines. 20:5. 187-194.

    Curcuma planta usada como corante com potente efeito medicinal.



    Curcuma longa L. é uma planta herbácea perene pertencente a família Zingiberaceae. A planta cresce a uma altura de três a cinco metros, e é amplamente cultivada na Ásia, Índia, China e outros países com clima tropical. O rizoma é a parte da planta utilizada medicinalmente; é geralmente cozido e seco, produzindo um pó amarelo. O pó do açafrão é usado em alimentos como flavorizante e corante. Existe uma outra planta com o mesmo nome açafrão, que é o verdadeiro é o Crocus sativus e a parte utilizada são os estigmas das flores. 

    O principal componente ativo do açafrão é o flavonóide curcumina e óleos voláteis, incluindo a tumerona, atlantona, e zingiberona. Outros componentes também presentes são açúcares, proteínas e resinas. O composto mais estudado é a curcumina, que compreende 0,3 a 5,4 por cento da matéria seca.

    Devido às suas atividades biológicas, um grande número de estudos tem sido apresentados. A curcumina possui propriedades antioxidante (Cohly et al., 1998; Mortellini et al., 2000), hepatoprotetora (Deshpande et al., 1998; Park et al., 2000), anti-plaquetária (Tortosa et al., 1999; Srivastava et al., 1986), redutor de colesterol, antibacteriana e anti-fúngica, antiinflamatória (Chainani-Wu, 2003), anticarcinogenica (Frank et al., 2003), antivírica (Suai et al., 1993), atividade antimicrobiana (Rasmussen et al., 2000; Han e Yang, 2005), gastrointestinal (Ammon e Wahl 1991; Rafatullah et al., 1990). Além destes, a curcumina possui propriedades tais como antineoplásica, citotóxica, imunomoduladora (Strimpakos e Sharma, 2008) e antitrombótica, cicatrizante, antidiabetica e anti-estresse (Chainani-Wu, 2003). Possui ação contra a doença de Alzheimer (Yang et al., 2004), contra artrite (Molnar e Garai, 2005) e anti-câncer (Duvoix et al., 2005).

    Referências
    Ammon, H. P. T.; Wahl, M. A. 1991. Pharmacology of Cucuma longa. Planta Medica. 57:1-7.
    Chainani-Wu, N. 2003. Safety and anti-inflammatory activity of curcumin: a component of turmeric (Curcuma longa). J. Altern. Complement Med. 9, 161-8.
    Cohly, H. H.; Taylor, A.; Angel, M. F.; Salahudeen, A. K. 1998. Effect of turmeric, turmeric and curcumin on H2O2-induced renal epithelial (LLC-PK1) cell injury. Free Radic. Biol. Med. 24, 49-54.
    Deshpande, U. R.; Gadre, S. G.; Raste, A. S.; Pillai, D.; Bhide, S. V.; Samuel, A. M. 1998. Protective effect of turmeric (Curcuma longa L.) extract on carbon tetrachloride-induced liver damage in rats. Indian J Exp Biol. 36:573-577.
    Duvoix A, Blasius R, Delhalle S, Schnekenburger M, Morceau F, Henry E, Dicato M, Diederich M. 2005. Chemopreventive and therapeutic effects of curcumin. Cancer Lett. 8;223(2):181-90.
    Frank, N.; Knauft, J.; Amelung, F.; Nair, J.; Wesch, H.; Bartsch, H. 2003. No prevention of liver andkidney tumors in long–evans cinnamon rats by dietary curcumin, but inhibition at other sites and of metastases, Mutation Research/Fundamental and Molecular Mechanisms of Mutagenesis. 523-524,127–135.
    Han, S.; Yang, Y. 2005. Antimicrobial activity of wool fabric treated with curcumin. Dyes and Pigments. 64, 157-161.
    Molnar V, Garai J. 2005. Plant-derived anti-inflammatory compounds affect MIF tautomerase activity. Int Immunopharmacol. 5(5):849-56.
    Mortellini, R.; Foresti, R.; Bassi, R.; Green, C. J. 2000. Curcumin, an antioxidant and anti-inflammatory agent, induces heme oxygenase-1 and protects endothelial cells against oxidative stress. Free Radic Biol Me. 28:1303-1312.
    Park, E. J.; Jeon, C. H.; Ko, G.; Kim, J.; Sohn, D. H. 2000. Protective effect of curcumin in rat liver injury induced by carbon tetrachloride. J Pharm Pharmacol. 52:437-440.
    Rafatullah, S.; Tariq, M.; Al-Yahya, M. A.; Mossa, J. S.; Ageel, A. M. 1990. Evaluation of turmeric (Curcuma longa) for gastric and duodenal antiulcer activity in rats. J Ethnopharmacol. 29:25-34.
    Rasmussen, H. B.; Christensen, S. B.; Kvist, L. P.; Karazami, A. 2000. A simple and efficient separation of the curcumins, the antiprotozoal constituents of Curcuma longa. Planta Med. 66:396-398.
    Srivastava, R.; Puri, V.; Srima, R. C.; Dhawan, B. N. 1986. Effect of curcumin on platelet aggregation and vascular prostacyclin synthesis. Arzneim Forsch. 36:715-717.
    Strimpakos, A. S.; Sharma, R. A. 2008. Curcumin: Preventive and therapeutic properties in laboratory studies and clinical trials. Antioxidants & Redox Signaling. 10, 511-546.
    Suai, Z; Salto, R.; Li, J; Craik, C.; Montellano, P. R. C. 1993. Inhibition of the HIV-l and HIV-2 proteases by curcumin and curcumin boron complexes. Bioorganic & Medicinal Chemistry. 1, 415-422.
    Tortosa, M. C. R.; Mesa, M. D.; Aguilera, M. C. ; Quiles, J. L.; Baró, L.; Tortosa, C. L. R.; Victoria, E. M.; Gil, A. 1999.Oral administration of a turmeric extract inhibits LDL oxidation and has hypocholesterolemic effects in rabbits with experimental atherosclerosis. Atherosclerosis. 147:371-378.
    Yang, F.; Lim, G. P.; Begum, A. N.; Ubeda, O. J.; Simmons, M. R.; Ambegaokar, S. S.; Chen, P. P.; Kayed, R.; Glabe, C. G.; Frautschy, S. A.; Cole, G. M. 2005. Curcumin inhibits formation of Abeta oligomers and fibrils and binds plaques and reduces amyloid in vivo. J. Biol. Chem. 280(7): 5892-5901.
    Vassoura contra úlcera de estômago Planta invasora do Sul e Sudeste reduz colesterol.

    Cultivo do Açafrão.



    Nome botânico: Curcuma domestica sin. Curcuma longa L.

    Família: Zingiberaceae.


    O açafrão é um tempero utilizado na preparação de uma variedade de pratos em todo o mundo, valorizado não somente pela sua culinária, mas também pelo seu valor medicinal. O pó de açafrão é derivado do rizoma da planta que é semelhante ao gengibre. O melhor sabor provém apenas de rizomas frescos com um rápido declínio durante o processo de secagem devido à evaporação dos óleos essenciais. Quando açafrão esta no solo também se torna amargo, o que impede de se experimentar o seu verdadeiro sabor.

    Características.
    O açafrão é nativo das florestas de monções do sudeste da Ásia. É uma planta perene cresce até 1m de altura e possui rizomas horizontais. Açafrão pode ser cultivado em diversas condições tropicais até 1500m acima do nível do mar, em uma faixa de temperatura de 20-35oC. Embora possa ser cultivado em diferentes tipos de solos, se desenvolve melhor em solos bem drenados franco-argilo-arenosos com uma faixa de pH de 4,5-7,5 com boa estrutura de matéria orgânica. Cresce bem em clima quente e úmido, exige solo bem drenado, não é tolerante a geadas, precisa de 1000 a 2000 milímetros de chuva anualmente ou irrigação. A elevada umidade do ar pode causar deterioração durante o processo de secagem do rizoma. Muita sombra pode reduzir o rendimento, mas sombra leve é benéfica. As flores, que começam a aparecer em outubro, são hermafroditas (têm órgãos masculinos e femininos) e são polinizadas por abelhas e borboletas. Prefere solos bem drenados de textura arenosa ou que seja livre de argila. Cresce a pleno sol e cresce bem em solos calcários. As plantas produzem menos rizomas quando cultivada em solos ricos em nutrientes.

    Cultivo.
    Propagação: Através de pequenas porções do rizoma central, os “dedos” como são chamados os rizomas secundários não são tão produtivos, os rizomas “semente” são deixados em locais úmidos para estimular a brotação, para então serem levados para o plantio.

    Época de plantio: Preferencialmente no inicio das chuvas entre meados de outubro e novembro, quando iniciam as brotações do rizoma. Apesar de ser uma herbácea perene, no Brasil se comporta como anual e as baixas temperaturas causam a queda das folhas, portanto a cultura deve ser renovada e o ciclo de cultivo se estende de novembro a julho, perfazendo cerca de 240 dias.

    Plantio: Os rizomas devem ser plantados com 5-7 centímetros de profundidade, deve-se manter o solo úmido, mas não encharcado. Normalmente é plantado em sulcos, canteiros ou em leiras, espaçamento com cerca de 40-80 cm entre linhas e 20-30 cm entre plantas. A relação mais importante para a produção esta no espaçamento entre plantas, sendo que entre linhas não existe diferença significativa na produtividade de rizomas. A cultura é plantada por pequenos rizomas centrais, que são mais produtivos, com uma ou duas gemas preferencialmente, recém brotado. Cerca de 1.700 kg de rizomas são plantados em um hectare. O rendimento esperado é de 13 a 35 toneladas/ha de açafrão fresco.

    Adubação: Não há um consenso entre os trabalhos com adubação feitos no Brasil, a partir de 100 dias de ciclo a planta exige uma adubação de cobertura, que pode variar de níveis de 30 a 180kg/ha de nitrogênio; 60 a 170 kg/ha de P2O5 e 90 a 200 kg/ha de K2O, dos nutrientes fósforo e potássio.

    Controle de pragas e plantas invasoras.

    Doenças:

    Mancha foliar, que apresenta características manchas marrons retangulares em cada lado da folha que logo se torna amarelo escuro ou castanho, as folhas também ficam amareladas, em danos severos as plantas apresentam uma aparência chamuscada e a produtividade do rizoma é reduzida. A doença pode ser controladas pela pulverização mancozeb 0,2%.

    Mancha causada por Colletotrichum capsici e aparece como manchas marrom de diferentes tamanhos na superfície superior das folhas jovens, as manchas são irregulares na forma e na cor branca ou cinza no centro. As folhas afetadas geralmente secam. Os rizomas não se desenvolvem bem. A doença pode ser controlada pela pulverização zineb 0,3%. 

    Podridão do rizoma causada por Pythium graminicolum ou P. aphanidermatum. O colo da região do pseudocaule fica mole e aguado, resultando no colapso da planta e da podridão dos rizomas. Tratar as sementes rizomas com mancozeb 0,3% durante 30 minutos antes do armazenamento. Quando a doença é aparece no campo, o solo deve ser encharcado com mancozeb 0,3%.

    Nematóides:

    Os nematoides Meloidogyne spp. e Radopholus spp. são os dois importantes nematóides que causam lesões na raiz do açafrão. Para se evitar a contaminação deve-se utilizar apenas materiais saudáveis, aumentar o conteúdo de matéria orgânica no solo e verificar também a multiplicação dos nematóides no solo.

    Plantas invasoras:

    O controle de deve ser feito com cobertura morta.

    Colheita e beneficiamento.

    Os rizomas são colhidos entre 8 a 10 meses após o plantio, quando as folhas inferiores ficarem com coloração amarela ou o caule começar a secar e cair são indicações de maturidade. É possível cavar ao lado da planta e remover os rizomas, conforme necessário em vez de colher tudo de uma vez. As raízes deverão ser armazenadas em um local fresco, sem excesso de umidade. Para o beneficiamento os rizomas são lavados, fatiados e a secagem pode ser feita ao sol em áreas de terra batida ou cimentada. Na Ásia os rizomas costumam ser cozidos até ficarem macios, durante 45 a 60 minutos antes da secagem. O processo de secagem dura de 10 a 15 dias quando os rizomas tornam-se duros e quebradiços. Também podem ser desidratados em equipamentos específicos, como secadores com circulação de ar o que aumenta a qualidade do produto. Neste caso a secagem dos rizomas frescos pode ocorrer em 75 horas e dos rizomas cozidos em 48 horas à temperatura de 65 ºC.

    Bibliografia consultada.

    Carvalho, C.M.; Souza, R.J.; Cecílio Filho, A.B. Produtividade da cúrcuma (Curcuma longa L.) Cultivada em diferentes densidades de plantio. 2001. Ciênc. Agrotec., Lavras, 25(2), p.330-335.

    Cecilio Filho, A.B.; Souza, R.J.; Braz, L.T.; Tavares, M. 2000. Cúrcuma: planta medicinal, condimentar e de outros usos potenciais. Ciência Rural, Santa Maria, 30(1), p.171-175.

    Goto, R. 1993. Épocas de plantio, adubação fosfatada e unidades térmicas em cultura de açafrão (Curcuma longa L.). Jaboticabal: UNESP, 93p. (Tese-Doutorado em Produção Vegetal).

    May, A.; Cecílio Filho, A.B.; Cavarianni, R.L.; Barbosa, J.C. 2005. Desenvolvimento e produtividade da cúrcuma (Curcuma longa L.) em função de doses de nitrogênio e potássio. Rev.Bras.Pl.Med., 7(3), p.72-78.

    Naghetini, C.C. 2006. Caracterização físico-química e atividade antifúngica dos óleos essenciais da cúrcuma. Belo Horizonte: UFMG, 61p. (Dissertação-Mestrado em Ciência de Alimentos).

    Silva, N.F.; Sonnenberg, P.E.; Borges, J.D. 2004. Crescimento e produção de cúrcuma (Curcuma longa L.) em função de adubação mineral e densidade de plantio. Horticultura Brasileira, 22(1), p.61-65.

    Cultivo do Alecrim



    Nome botânico: Rosmarinus officinalis L.

    Família: Lamiaceae.

    Alecrim é uma das ervas aromáticas mais conhecidas e utilizadas em todo mundo. Além de ser usada na culinária também é utilizada como medicinal e no paisagismo. Pode ser usada no paisagismo com sucesso para compor jardins do tipo xerófitos, em bordas de barrancos como pendentes e em grandes vasos, sempre ao sol. Toda a planta emite um perfume forte e característico, picante e amargo, lembrando a cânfora. As flores atraem abelhas e o cultivo desta planta é recomendado para produtores de mel. Existem mais de 10 variedades em cultivo no Brasil, todas com o mesmo uso, porém aromas e características sutis diferentes.

    Características.

    Planta perene sempre verde, de caráter subarbustivo lenhoso, bastante ramificado. Essa planta é originária da região do mediterrâneo, o alecrim é um arbusto de pequeno porte, que pode atingir de 1 a 2 metros de altura, dependendo de como é cultivado. Os ramos flexíveis são de coloração acastanhada mais lenhosa entre as gemas. Suas folhas são simples, sem pecíolo, opostas, lineares, de consistência coriácea, verde mais claro na superfície inferior e muito aromática. As flores são branco-azuladas, muito pequenas e também perfumadas, reunidas em inflorescência do tipo racemo axilares ou terminais. Esta planta cresce melhor em condições de pH neutro - alcalino (pH 7-7,8).

    Cultivo.

    Propagação:

    Pode ser por sementes ou por estacas. Em sementeira a produção de mudas a partir de sementes não é mais fácil quando se trata de alecrim. Deve ser conduzido em ambiente fechado e escuro, uma vez que ajuda a germinação, cobrindo as sementes com uma camada de solo após a semeadura. A melhor temperatura do solo deve ser em torno de 15oC. Embora possa levar até 3 meses para a germinação, esta deve começar a aparecer em cerca de 2-3 semanas. As mudas podem ser transplantadas quando atingirem em torno de 20 centímetros. Para a propagação por estaquia basta colher estacas de ramos e enterrar em areia úmida até enraizar para depois levar para o vaso ou canteiro preparado. As estacas de galhos devem ser cortadas entre 10 a 15 cm das ponteiras da planta. A base do caule deve ser cortada na diagonal. Não esquecer de cobrir as estacas com plástico para manter a umidade. A melhor época para realizar esta tarefa é do outono até a primavera.


    Época de plantio: Pode ser plantado o ano todo, desde que seja fornecida a água necessária, mas que não pode chegar a encharcar o solo.

    Plantio: Cultiva-se o alecrim em solos de boa fertilidade, soltos, permeáveis e de pH neutro. O alecrim não tolera excesso de umidade e de matéria orgânica (prejudica a concentração de óleo essencial). Necessita de solo com boa drenagem. Prefere locais ensolarados. O espaçamento entre as plantas quando plantadas diretamente no solo é de 40cm entre plantas e 60 cm entre linhas. Como é uma planta que não necessita de muita água, pode ser cultivada em regiões mais áridas e em locais pedregosos. Desenvolve-se bem em locais ensolarados, sem vento, não tolera excesso de umidade, mas precisa ser irrigada pelo menos uma vez por dia. Tem preferência por solos permeáveis e bem drenados, com pH neutro ou levemente alcalino. Adapta-se bem a regiões com altitudes elevadas, de até 1.500 metros. Recomenda-se uma adubação com esterco de gado bem curtido, composto orgânico ou esterco de galinha, quando necessário.

    Colheita e beneficiamento: Devem ser colhidas apenas folhas adultas, deixando-se 1/3 da planta para rebrota. Os galhos devem ser secos a sombra ou em secadores para este fim, quando as folhas estiverem quebradiças, podem ser retiradas dos galhos.

    Referências bibliográficas: 

    LORENZI, H.; MATOS, F.J. 2006. Plantas Medicinais no Brasil: Nativas e Exóticas Cultivadas. Primeira Edição. Instituto Plantarum, Nova Odessa, SP. 512 p.

    Cultivo do alecrim em Vasos
     


     
    O Alecrim é uma erva condimentar e aromática indispensável na cozinha, é usada também como ornamental no jardim e é utilizado na aromaterapia. É um membro da família Labiatae, e cresce como um arbusto perene em regiões de inverno ameno em qualquer parte do mundo. Seu nome em latim, Rosmarinus officinalis, significa "orvalho do mar", uma referência às suas origens mediterrânicas.
    É fácil de cultivar e de cuidar, o excesso de água pode danificar as raízes e matar a planta, deve-se deixar o solo seco. Existe uma grande variabilidade dentro do gênero Rosmarinus, as várias cultivares oferecem diversas formas de plantas e cores de flores, bem como uma gama de cores e sabores da folhagem sutilmente diferentes.

    PROPAGAÇÃO POR ESTAQUIA
    As plantas são propagadas por estacas, quando formadas a partir de sementes, normalmente resultam em baixa germinação e variabilidade excessiva. Através de estacas, as plantas são sempre idênticas à planta matriz. São fáceis de se propagar, e às vezes as raízes poderão se desenvolver ainda em um copo de água em uma janela ensolarada. A melhor época do ano para produzir estacas é no final do outono e início do inverno.

    Corte estacas semi-lenhosas terminais com 10 - 18 cm de comprimento.

    Retire as folhas inferiores, deixando 1/3 a partir do ápice.
    Pode ser mergulhado em hormônio enraizador, isso vai aumentar a taxa de enraizamento.
    Coloque os cortes em um recipiente com substrato. Mantenha o substrato sempre úmido para que as raízes possam se fortalecer. Estacas enraízam normalmente em 14 a 21 dias, uma vez que a estacas estejam enraizadas, você pode transplantá-las em vasos médios ou grandes. Corte o broto superior terminal para incentivar a ramificação.