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  • Plantas Medicinais Brasileiras Ameaçadas de Extinção: Propostas para Conservação



    A humanidade utiliza os vegetais para proteção da saúde e alívio de seus males desde o princípio de sua existência na Terra, há muito tempo, as plantas medicinais têm sido usadas como forma alternativa ou complementar aos medicamentos da medicina tradicional. O seu uso na medicina popular e a literatura etnobotânica têm descrito o uso dos extratos, infusões e pós de plantas medicinais por vários séculos contra todos os tipos de doenças (Van den Berghe et al., 1986).

    A utilização de plantas medicinais tornou-se um recurso terapêutico alternativo de grande aceitação pela população e vem crescendo junto à comunidade médica, desde que sejam utilizadas plantas cujas atividades biológicas tenham sido investigadas cientificamente, comprovando sua eficácia e segurança (Cechinel e Yunes, 1998).

    É notável o crescente número de pessoas interessadas no conhecimento de plantas medicinais, inclusive pela consciência dos males causados pelo excesso de quimioterápicos causados no combate as doenças. Remédios à base de ervas que se destinam as doenças pouco entendidas pela medicina moderna – tais como: câncer, viroses, doenças que comprometam o sistema imunológico, entre outras – tornaram-se atrativos para o consumidor (Sheldon et al., 1997).

    O uso de plantas medicinais pela população mundial tem sido muito significativo nos últimos tempos. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que cerca de 80% da população mundial fez o uso de algum tipo de erva na busca de alívio de alguma sintomatologia dolorosa ou desagradável. Desse total, pelo menos 30% deu-se por indicação médica.

    A situação mundial ocorre da mesma forma no Brasil, que é um dos países de maior diversidade genética vegetal, contando com mais de 55.000 espécies catalogadas (Nodari & Guerra 1999), entretanto, como conseqüência da revalorização mundial do uso de plantas medicinais, a pressão ecológica exercida sobre alguns desses recursos naturais tem sido grande nos últimos anos colocando em perigo a sobrevivência de muitas espécies medicinais nativas (Montanari Junior 2002). De acordo com Sánchez e Valverde (2000) o comércio local de plantas medicinais leva à deterioração de populações naturais, tanto quanto a pressão extrativista da indústria farmacêutica.

    O relatório da ONG Plants for the Planet (http://www.bgci.org/), alerta para o perigo que as plantas estão correndo, principalmente pela destruição do seu habitat, as causas apontadas são extrativismo, a destruição das florestas e a expansão da fronteira agrícola, dos pastos para criações animais e da urbanização. O impacto causado nessas espécies afeta ainda as comunidades que tem como fonte de medicamentos as plantas dessas regiões. Esses milhões de pessoas ao redor do mundo confiam na medicina tradicional para tratar doenças graves com plantas medicinais. A proteção dessas plantas não só é importante para a saúde humana, mas para o ecossistema circundante e também para a própria conservação da espécie.

    Ainda de acordo com este relatório apenas 15% das drogas convencionais são usadas em países em desenvolvimento. Por outro lado, 50 mil tipos de vegetais (cerca de 20% das espécies conhecidas) são usados hoje em medicina tradicional.

    Na China, em áreas rurais, o uso da medicina tradicional chega a 90%. Ao mesmo tempo, de acordo com a Red List da ONG World Conservation Union (UICN), o país tem quase 70% de suas espécies vegetais ameaçadas.

    Estimativas recentes indicam que aproximadamente a cada quatro segundos, um hectare de floresta tropical é perdido, e até o ano 2050, 60.000 espécies de plantas terão sido extintas (Trankina, 1998). Segundo Beachy (1992) 40% das florestas foram destruídas entre 1940 e 1980, com uma taxa de extinção de cerca de 50 espécies por dia.

    No Brasil não tem sido diferente, os seus maiores biomas, Cerrado, Amazônia e Mata atlântica sofrem uma destruição cada vez maior. Em um estudo recente que utilizou imagens do satélite MODIS do ano de 2002, concluiu que 55% do Cerrado já foram desmatados ou transformados pela ação humana (Machado et al., 2004), a floresta da Mata atlantica já perdeu mais de 93% de sua área (Myers et al., 2000) e menos de 100.000km2 de vegetação remanesce. Na Amazônia mais de 67 milhões de hectares (2004) já foram desmatados (Homma, 2005).

    A exploração das empresas e a biopirataria também tem causado prejuízos no Brasil, não somente à flora, mas principalmente ao conhecimento tradicional da biodiversidade e aos povos tradicionais que dela dependem.

    Uma das causas da degradação esta no fato de que muitas plantas medicinais são colhidas no seu meio natural, em vez de serem cultivadas, muitas plantas são exploradas indevidamente por vendedores autônomos ou como são conhecidos “raizeiros”. Estes por sua vez não têm o conhecimento necessário sobre coleta ou conservação de plantas medicinais, assim como muitos tem dificuldades de reconhecer uma planta de uso medicinal, comercializando plantas sem eficácia comprovada ou plantas com identificação incorreta. Além deste fator que coloca em risco a saúde de seus compradores, existe outro problema que é o beneficiamento incorreto e o mau armazenamento das plantas, pela possibilidade de contaminação com microrganismos e insetos.

    As soluções a serem apresentadas para este problema são simples e eficazes, embora necessite de uma união de esforços tanto do poder público quanto de entidades civis e comunidade em geral.

    O primeiro passo para se proteger as plantas medicinais em cada ecossistema é fazer um levantamento para determinar quais são as plantas. Esse levantamento deve ser feito nos ecossistemas presentes na região de atuação e também na região urbana para se determinar quais plantas estão sendo comercializadas na cidade.

    A Educação Ambiental no sentido de proteção das espécies deve ser a principal ação de qualquer projeto conservacionista. Os coletores autônomos devem ser capacitados tanto quanto a coleta dessas plantas no seu habitat, quanto ao cultivo e beneficiamento dessas plantas, sempre no sentido de se evitar o desaparecimento das plantas do seu local de origem.

    O incentivo a pesquisa nas universidades locais, principalmente em relação ao cultivo de espécies medicinais nativas deve ser incentivado, assim como outros projetos como levantamento etnobotânico e identificação de espécies. Deve se levar em consideração que para se proteger uma planta em perigo, o uso de outras plantas em menor risco deve ser estimulado. A casca de um arvore, por exemplo, nunca deve ser fonte de coleta, a não ser que exista um plano de manejo para cada espécie, pois as suas partes coletadas podem deixar cicatrizes para a entrada de organismos que poderão destruir a planta em poucos anos. Um outro exemplo seria a coleta de raízes, que pode levar a extinção da espécie no local, pois assim se retira a principal forma de desenvolvimento vegetativo da planta. As flores, frutos e sementes podem ser retirados, mas somente a partir do momento que se iniciarem a propagação em viveiros dessas espécies, pois assim o homem poderá introduzir as plantas que estariam sendo propagadas pela dispersão das sementes.

    Políticas publicas e fiscalização devem andar juntas no sentido da regulamentação da comercialização dessas plantas na venda informal no município. A criação de reservas naturais de plantas medicinais silvestres e a promoção do cultivo de pelos agricultores locais também pode colaborar no sentido de preservação. A garantia da não super exploração significa que as plantas permaneceriam disponíveis para a comunidade local assim como para os próprios coletores dessas plantas, mantendo contínua a sua fonte de renda.

    A orientação sobre o uso das plantas medicinais, tem potencial para ser uma grande força motivadora para a conservação da natureza. A melhoria da saúde, uma fonte de renda e a manutenção de tradições culturais são importantes para todos e devemos estar envolvidos em motivar as pessoas a conservar as plantas medicinais e, por conseguinte, o habitat onde são encontradas.

    Plantas ameaçadas de extinção de acordo com o IBAMA.

    A vergatesa ou catuaba Anemopaegma arvense (vell) Stellf. ex de Souza, família Bignoniaceae. É afrodisíaca, no tratamento da impotência e como estimulante do sistema nervoso. As partes usadas da planta são a casca e raiz em infusão.

    O Pau-rosa Aniba rosaeodora Ducke, é uma espécie importante economicamente para a Região Amazônica, porque sua madeira é fonte de linalol, insumo utilizado pelas perfumarias.

    Gonçalo Alves ou Gonçaleiro Astronium fraxinifolium, família Anacardiaceae. Parte usada casca.

    Myracrodruon urundeuva Fr. All., é conhecida popularmente como aroeira-do-sertão. As cascas do caule empregadas em disenterias e em úlceras gastroduodenais

    Bertholletia excelsa H.B.K (Lecythidaceae) é uma planta tipica da floresta amazônica e conhecida popularmente como castanheira. Na medicina popular a casca do caule deste vegetal é utilizada como chá ou sumo para o tratamento de moléstias crônicas do fígado e como antimalárica, e a água do fruto contra hepatite.

    Byrsonima coccolobifolia é conhecida popularmente como “murici” ou “sumanera”, é uma planta que ocorre principalmente nas regiões Norte e Nordeste do nosso país. A infusão das folhas e cascas são empregadas pela população para o tratamento de disfunções gástricas e ainda como anti-diarréico.

    Caesalpinia echinata, o pau-brasil, é uma árvore pertencente à família das Leguminosas, sub-família Caesalpinoidae. É usada como adstringente e diuretica, esta sendo pesquisada para tratamentos contra cancer.

    Camarea affinis A. St.-Hil. Malpighiaceae pé-de-perdiz inflamações uterinas, partos.

    O pequi (Caryocar brasiliense Camb.) é um fruto do cerrado muito conhecido na culinária regional. O óleo de sua polpa, além de conter antioxidantes naturais, é também usado na medicina popular para sanar diversos tipos de afecções.

    Casearia pauciflora Cambess Flacourtiaceae utilizadas como depurativas do sangue e, também, o suco de suas folhas servem para mordeduras de cobras.

    Cochlospermum regium, conhecida no cerrado mato-grossense como algodão do campo, é utilizada na medicina popular para o tratamento de inflamações e para a limpeza do sangue houve comprovação de efeito analgésico e antiedematogênico e de atividade antibacteriana em Staphylococcus aureus e Escherichia coli.

    O faveiro-de-wilson (Dimorphandra wilsonii Rizz.) é uma leguminosa arbórea, encontrada na região de Paraopeba, no Estado de Minas Gerais, que possui boas propriedades medicinais, pois apresenta em seus frutos potencial para extração de glicosídeos flavonóides, especialmente a rutina.

    Gallesia gorazema (Vell.) Moq., Crataeva gorazema Vell. Família: Phytolaccaceae, guararema, ibirarema, pau-de- mau-cheiro, árvore-de-alho, ubaeté. Medicinalmente é utilizado o chá das raízes, casca e folhas, para o tratamento do reumatismo e úlceras. O chá das folhas é utilizado no combate à gripe. O cozimento das folhas e raspas da madeira é usado para banhar tumores. A cinza, rica em potássio, é muito procurada para o fabrico de sabão.

    O jatobá (Hymenaea courbaril L.) é considerado uma espécie rara e naturalmente de baixa densidade (Clay et al., 2000). Pertencente à família Caesalpiniaceae do jatobá são aproveitadas todas as partes (resina, casca, raízes, polpa dos frutos e seiva), seu principal uso é medicinal, sendo utilizadas contra afecções pulmonares de modo geral, dores e cólicas estomacais, como vermífugo e anti-diarréico, antioxidante, diurético, expectorante, hepatoprotetor,

    Um grande número de Ipomoea vem merecendo especial interesse dos pesquisadores, por causa da presença de alcalóides do tipo indólico com atividade antitumoral. Nosso interesse tem sido verificar o potencial dessas

    Krameria tomentosa St. Hil. carrapicho-de-cavalo KRAMERIACEAE RATÁNIA: [folhas e floresAdstringente, usado em casos de diarréia e disenteria.

    Lychnophora ericoides Martius é uma espécie arbustiva, é conhecida como arnica de Goiás, arnica do campo, candeia, candieiro, pau de candeia e veludinho, e é utilizada tradicionalmente na forma de tintura para o tratamento de hematomas, contusões, dores musculares, varizes e também como anti-inflamatório.

    Maytenus ilicifolia Celastraceae possui atividade antitumoral, antiácida, antiulcerogenica, antiinflamatoria.

    Uma espécie de Laurácea, a Ocotea pretiosa (Nees.) Mez., é bastante abundante no vale do rio Itajaí-Açú, no estado de Santa Catarina, sendo do arraste a vapor de seu tronco e lenho que se produz, no Brasil, o óleo de Sassafraz, cujo teor em 1 é superior a 90%.

    Benjoeiro, Estoraqueiro Pamphilia aurea (Mart.) Mart. Styracaceae, parte usada: resina, doenças antiblenorrágica, antiúlcera, calmante, doenças respiratórias, leucorréia, rouquidão, tosse, tumor.

    Uma das drogas mais importantes em oftalmologia é derivada das folhas de um arbusto da família dos citrus, colhidas por índios e camponeses nas florestas do Brasil. Jaborandi (Pilocarpus spp.; Rutaceae – Pilocarpinae).

    Pouteria ramiflora e P. gardnerii família Sapotaceae podem ser encontradas no Cerrado do Distrito Federal, Brasil. Pouteria torta (Mart.) Radlk e P. caimito (Ruiz &Pav) Radlk podem ser encontradas em todo o Brasil. Ainda que não exista uma política de exploração comercial dos frutos de P. torta, P. caimito e P. ramiflora, as populações residentes no Cerrado usam tais espécies como alimentos e remédio caseiro. A casca da árvore P. torta, é utilizada como remédio contra desinteria. As raízes e a casca de P. ramiflora, chamada de são usadas como remédios contra desinteria, bem como vermífugo. Pouteria caimito, conhecida como abiu, também é útil em desinteria, além de afecções pulmonares e contra malária.

    A Ipecacuanha (Psychotria ipecacuanha) é uma planta da família Rubiaceae, muito comum no Brasil. As suas raizes contém um poderoso emético (estimulante do reflexo do vomito) também denominado Ipecacuanha. A emetina também é usada contra amebíase, pois atua como limitador na formação das proteínas, além de efeitos circulatórios.

    Spiranthera odoratissima A. St. Hillaire (Família Rutaceae), planta arbustiva conhecida como Manacá, cresce em cerrado ralo na região central do Brasil1. O chá da raiz é usado para dores de estômago ou musculares e disfunções hepáticas. No estado de Goiás, suas raízes são utilizadas para o tratamento de reumatismo. Resultados anteriores mostraram que o extrato etanólico da raiz (EER) apresenta atividade antiinflamatória.

    Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville (Leguminosae), distribuido pelo cerrado, sua casca contme tanino, é usado contra leucorreia, diarréia, antiparasitica e antiiflamatorio.

    Zeyheria montana da família das Bignoniaceae, bolsa de pastor, suas raizes são usadas contra doenças de pele.

    REFERÊNCIAS

    SHELDON, J. W.; BALICK, M. J.; LAIRD, S. A. 1997. Medicinal Plants: can utilization and conservation coexist? New York Botanica Garden, New York. 104p.

    CECHINEL FILHO, V.; YUNES, R. A. 1998. Estratégias para a obtenção de compostos farmacologicamente ativos a partir de plantas medicinais. Conceitos sobre modificação estrutural para otimização da atividade. Quim. Nova, 21: 99a.

    VAN DEN BERGHE, D. A.; VLIETINCK, A. J.; VANHOOF, L. 1986. Plant products as potential antiviral agents. Bull. Inst. Pasteur, 84: 101-47.

    MONTANARI JUNIOR, I. 2002. Exploração econômica de plantas medicinais da Mata Atlântica. Pp. 35-54. In: SIMÕES, L. L. e LINO, C.F. (orgs.). Sustentável Mata Atlântica: a exploração de seus recursos florestais. São Paulo, Editora Senac.

    SÁNCHEZ, R. A. O. e VALVERDE, R. 2000. Manual de cultivo y conservación de plantas medicinales. San José, R.A. Ocampo Editora.

    NODARI, R. O. e GUERRA, M. P. 1999. Biodiversidade: aspectos biológicos, geográficos, legais e éticos. Pp.11-24. In: SIMÕES, C. M. O. et al. (eds.). Farmacognosia da planta ao medicamento. Porto Alegre, Editoras UFRGS/ UFSC.

    TRANKINA, M. L. 1998. Drugs That Grow on Trees. World & I (August): 158-165.

    BEACHY, D. 1992. Nature's Pharmacy. Houston Chronicle. Houston, Tx.

    MACHADO, R. B.; RAMOS NETO, M. B.; PEREIRA, P.; CALDAS, E.; GONÇALVES, D.; SANTOS, N.; TABOR, K.; STEININGER, M. 2004. Estimativas de perda da área do Cerrado brasileiro. Conservation International do Brasil, Brasília.

    MYERS, N.; MITTERMEIER, R. A.; MITTERMEIER, C. G.; FONSECA, G. A. B.; KENT, J. 2000. Biodiversity hotspots for conservation priorities. Nature, 403: 853-845.

    HOMMA, A. K. O. 2005. Amazônia: como aproveitar os benefícios da destruição? Estudos Avançados, 19 (54).

     

    Plantas que repelem insetos


    Algumas plantas muito comuns no nosso jardim podem ajudar a afastar alguns insetos indesejáveis, ou até mesmo causadores de doenças como a dengue. A citronela (Cymbopogon nardus L.) contém um óleo natural que repele mosquitos, este óleo também é muito utilizado por indústrias de perfumaria, dentre os compostos do óleo da citronela podemos encontrar o citronelal, geraniol e citronelol. De acordo com Koffi et al. (2009), estes compostos podem ser usados no tratamento da pele. Pode ser usado contra os piolhos da cabeça e do corpo (Mumcuoglu et al., 2004), entretanto pode causar dermatites por isso não é recomendado para crianças abaixo dos três anos. Possui atividade biológica contra vários tipos de fungos (Pattnaik et al., 2006). É utilizado ainda para produzir velas, repelentes, sabonetes, em cosméticos e como aromatizantes. É uma erva considerada ornamental, que pode atingir até 1 metro de altura e 2 metros de largura durante o período vegetativo. As suas folhas possuem largura em torno de 20cm, comprimento até 1,5m e coloração verde-clara. Esta planta se desenvolve bem em solos drenados e em pleno sol.

    Outras plantas também podem ser utilizadas como repelentes de insetos como a erva-dos-gatos, o alecrim e o poejo que repelem mosquitos, o poejo repele ainda pulgas e percevejos. O cravo-de-defunto podem repelir vários tipos de insetos voadores.

    Referências: 
    Mumcuoglu, K. Y; Magdassi,S.; Miller, J.; Ben-Ishai, F.; Zentner, G.; Helbin, V.; Friger, M.; Kahana, F.; Ingber, A. 2004. Repellency of citronella for head lice: double-blind randomized trial of efficacy and safety, Isr Med Assoc J. 6(12): 756-9.

    Pattnaik, S.; Subramanyam, V. R.; Kole, C. 2006, Antibacterial and antifungal activity of ten essential oils in vitro. Microbios. 86(349): 237-246.

    Koffi, K.; Komla, S.; Catherine, G.; Christine, R.; Jean-Pierre, C.; Laurence, N. 2009. In vitro cytotoxic activity of Cymbopogon citratus L. and Cymbopogon nardus L. essential oils from Togo. Bangladesh J Pharmacol. 4: 29-34.

    Seja Voluntário: Faça Desse Mundo Um Lugar Melhor Para Se Viver



    O voluntariado é simplesmente a doação de seu tempo para fazer algo útil, sem ser pago. Em troca, você terá a satisfação de tempo e esforço bem gasto. Além disso, o voluntariado pode ser uma ótima maneira de conhecer novas pessoas, aprender, adquirir novas competências, experiências que podem ser úteis até para se conseguir um bom trabalho. Também pode ser divertido! O grande valor de um voluntário de verdade é sempre fazer o bem e nunca esperar algo em troca, mesmo que seja um simples "obrigado". O voluntário tem que agir com o coração, com vontade de ajudar. Aquele que age esperando alguma recompensa pelo seu trabalho nunca fará com prazer e dedicação. A grande maioria dos voluntários prefere trabalhar em instituições, atender um grande numero de pessoas, animais, etc., entretanto se esquecem que o voluntariado pode partir de pequenas ações, como fazer o trabalho doméstico em casa, por exemplo, ou então doar alimentos, roupas e utensílios para uma família necessitada que mora perto de sua casa ou algum conhecido que esteja necessitado. Dessa forma você poderá ajudar uma pessoa que esteja diretamente ligada a você.

    O maior problema para muitas pessoas é encontrar tempo para o trabalho voluntário. Não há limites de idade, mas às vezes pode ser difícil para as pessoas muito jovens ou idosas, principalmente por razões de locomoção. O voluntário deve saber que provavelmente terá de custear suas próprias despesas com deslocamento, também deve ter em mente uma idéia clara de como será a sua atuação no trabalho ou até passar por um processo de qualificação. Milhões de pessoas no Brasil atuam como voluntário, mas muitos mais são necessários. Às vezes, você é a única pessoa com a paixão, a energia e a determinação para resolver algum problema em particular. Embora existam centenas de organizações em todo o país que envolvem voluntários, você pode sentir que o assunto que mais lhe interessa, não esteja sendo abordado. Talvez seja um problema na sua área local ou talvez você esteja preocupado com as dificuldades que as instituições estejam enfrentando. As instituições sempre se preocupam com os problemas da sociedade, então não há motivos para você não querer ajudar. Embora a maioria das pessoas achem que os problemas sociais sejam obrigação dos governos, é importante que a sociedade participe e conheça os problemas relacionados a ela. É como se eu não me importasse em selecionar o lixo da minha casa para os coletores, pois eu não sei mesmo para onde o lixo vai, então que me importa! Por onde começar Você pode começar seu trabalho lavando a louça para sua mãe todo dia ou então trabalhar na igreja que você participa ou em alguma instituição perto da sua casa, na escola onde você estuda ou trabalha...

    Ensine os seus filhos a serem generosos com outras pessoas.
    Faça desse mundo um lugar melhor para se viver.

    Shiitake, propriedades medicinais e benefícios à saúde



    É a espécie mais cultivada e consumida no Oriente, por suas características gastronômicas e medicinais. Possui propriedades anti-tumorais, aumento da imunidade e diminuição do colesterol. Na medicina tradicional Oriental são-lhe atribuídas diversas propriedades medicinais, anti-stress, regulador da circulação sanguínea e da tensão arterial, redução de diabetes e tônico rejuvenescedor. 

    O cogumelo Shiitake, Lentinula edodes (Berkeley) Pegler, sinonímia Lentinus edodes (Berk.) Singer, foi primeiramente cultivado na China a mais de 800 anos (Chang e Miles, 1991) e tornou-se o mais famoso cogumelo comestível na China, Japão, Taiwan e Coréia. É o segundo cogumelo comestível mais cultivado no mundo (Royse, 1995; Chang, 1996). É um dos cogumelos mais consumidos, tanto para fins terapêuticos e como alimento, perde apenas para o Champignon (Agaricus bisporus). A China é a maior produtora, bem como o maior exportador de shiitake (Royse, 1995). Várias espécies de cogumelos têm sido consumidas como agentes terapêuticos alternativos na prevenção e cura de certas enfermidades e certos fungos são conhecidos como o elixir da vida entre os japoneses, devido às suas propriedades medicinais (Jong e Birmingham, 1993). Extrato aquoso do shiitake apresentou efeitos anti-mutagênicos, indicando-os como uma das melhores opções para potencial uso terapêutico. 

    O interesse é crescente devido ao seu alto valor nutritivo e propriedades medicinais, tradicionalmente reconhecido por culturas orientais, especialmente na China e no Japão. Vários importantes compostos bioativos, como proteínas, lipídios, carboidratos, fibras, sais minerais, vitaminas e ergosterol já foram isolados do Shiitake.

    Sulforafano, um composto presente no brócolis com potente efeito anti-câncer



    Nome químico: (R)-1-isotiocianato-4-metil-sulfonil butano

    Sulforafano é um composto com propriedades antioxidantes e é capaz de estimular enzimas desintoxicantes presentes no organismo, sendo assim um potente agente preventivo contra o câncer. Fitoquímico que pertencente a família dos isotiocianatos, compostos que contem enxofre. Ele ocorre em plantas preso a uma molécula de açúcar, o glicosinato sulfarafano (glucorafanina). Somente após a ingestão o sulfarafano vai ser liberado, por uma enzima chamada mirosinase, e pode ser encontrado em vegetais na família Brassicaceae (Cruciferae) tais como o brócolis, couve-flor, repolho, couve (Brassica oleracea) e couve-chinesa (B. rapa). Entretanto a maior concentração do Sulforafano esta presente em brotos do brócolis (Brassica oleracea L. var . italica).

    Muitos estudos epidemiológicos, sustentados por estudos in vitro e in vivo (Gasper et al., 2006), tem sido reportados associados ao potencial de redução do risco de vários tipos de câncer por substancias contidas nos vegetais. Dentre seus constituintes estão as fibras, micro nutrientes, fitoquímicos como os carotenóides, fenóis, isoflavonóides e isotiocianatos que possuem atividade anti câncer ( Steinmetz & Potter, 1991 ). Estas substancias induzem enzimas de desintoxicação, agentes oxidativos, que inibem mutações malignas, estimulam a imunidade e regulam o ciclo celular (Liu, 2004). Outros estudos indicam uma correlação positiva entre o consumo de vegetais crucíferos e a diminuição de alguns tipos de câncer, como o linfoma de Hodgkin’s, fígado, próstata, cervical, ovário, pulmão e trato gastrintestinal (Lund, 2003; Nagle et al., 2003; Murillo & Mehta, 2001). A administração oral de Sulforafano inibiu ou retardou a carcinogenese em câncer de mama (Zhang et al., 1994), cólon (Chung et al., 2000), reto (Seow, 2002), estomago (Fahey et al., 2002) e pulmão (Hecht, 2000).

    Pesquisas recentes tem indicado que o uso de certos composto na dieta funcionam como quimioproteção (Chung et al., 2000; Shapiro et al., 2001; Chiao et al., 2002), como os isotiocianatos, que tem evidencias promissoras na diminuição do câncer de próstata (Brooks et al., 2001; Chiao et al., 2002; Kristal & Lampe , 2002; Wang et al., 2004; Srivastava et al., 2003; Xiao et al., 2003; Singh et al., 2005) e câncer de mama (Ambrosone et al., 2004; Jackson & Singletary, 2004). De acordo com pesquisas realizadas por Singh et al. (2004), o Sulforafano e altamente eficiente na redução ou prevenção do risco de câncer induzido por carcinogene em modelos animais. É capaz de inibir ou retardar a carcinogênese causada pelo tabagismo (Hecht, 2000). O Sulforafano foi demonstrado ser eficaz contra danos oxidativos em células epiteliais nos pigmentos da retina e células com leucemia (Gao et al., 2001; Fimognari et al., 2002; Misiewicz et al., 2003), possui atividade bactericida contra Helicobacter pylori (Fahey et al., 2002), atividade antiinflamatória (Heiss et al., 2001), e contra câncer de pele causado por exposição solar (Gills, et al., 2003). Ritz et al. (2007), comprovaram os efeito beneficos do Sulforafano em diminuir a intoxicação causada por diesel.

    Após a quebra do tecido os glucosinolatos são hidrolisados pela enzima contida na planta, a mirosinase, para uma aglicona instável que se rearranja em isotiocianato ou derivados da nitrila. Quando cozidos a enzima mirosinase pode ser desnaturada, resultando na ingestão de glucosinolatos intactos, mesmo assim o isotiocianato ainda aparece na urina. Dependendo da forma como o brócolis é processado, o sulforafano pode ser absorvido pelo estomago, intestino ou colón, após a difusão passive pelas células epiteliais é rapidamente conjugado com a glutationa e transportado para a corrente sanguínea (Conaway et al., 2000).

    Referências:
    Ambrosone, C. B.; McCann, S. E.; Freudenheim, J. L.; Marshall, J. R.; Zhang, Y.; Shields, P. G. 2004. Breast cancer risk in premenopausal women is inversely associated with consumption of broccoli, a source of isothiocyanates, but is not modified by GST genotype. J. Nutr., 134:1134–1138.
    Brooks, J. D.; Paton, V. G.; Vidanes, G. 2001. Potent induction of phase 2 enzymes in human prostate cells by sulforaphane. Cancer Epidemiol. Biomark. Prev., 10:949–954.
    Chiao, J. W.; Chung, F. L.; Kancherla, R.; Ahmed, T.; Mittelman, A.; Conaway, C. C. 2002. Sulforaphane and its metabolite mediate growth arrest and apoptosis in human prostate cancer cells. Int. J. Oncol., 20:631–636.
    Chung, F. L.; Conaway, C. C.; Rao, C. V.; Reddy, B. S. 2000. Chemoprevention of colonic aberrant crypt foci in Fischer rats by sulforaphane and phenethyl isothiocyanate. Carcinogenesis, 21:2287-2291.
    Conaway, C. C.; Getahun, S. M.; Liebes, L. L.; Pusateri, D. J., Topham, D. K.; Botero-Omary, M. & Chung, F. L. 2000. Disposition of glucosinolates and sulforaphane in humans after ingestion of steamed and fresh broccoli. Nutr. Cancer 38:168–178.
    Fahey, J. W.; Haristoy, X.; Dolan, P. M. Kensler, T. W.; Scholtus, I.; Stephenson, K. K.; Talalay, P.; Lozniewski, A. 2002. Sulforaphane inhibits extracellular, intracellular and antibiotic-resistant strains of Helicobacter pylori and prevents benzo[a]pyrene-induced stomach tumors. Proc. Natl Acad. Sci. USA, 99:7610-7615.
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    Planta invasora do Sul e Sudeste reduz colesterol



    O DENTE-DE-LEÃO (Taraxacum officinalis Weber), é encontrado na região Sul e Sudeste do Brasil, planta muito conhecida por suas propriedades medicinais é combatida como invasora de cultivos comerciais. As folhas frescas podem ser usadas como saladas, quando maduras e secas podem ser usadas para se fazer um chá contra a indigestão. Ajuda a combater problemas do fígado como a icterícia. O seu alto teor de vitamina e minerais é excelente contra anemia. A seiva é utilizada paraeliminar verrugas. Pode ser utilizado como um café alternativo que é menos danoso ao fígado e aos nervos, por causa dos seus óleos, que não possuem cafeína. O chá das raízes pode ser utilizado como laxante mediano, estimulante do apetite e para resolver problemas do estômago. Ativa o fígado na produção da bile e ajuda a eliminar toxinas do corpo e auxilia na digestão. Para isso deve ser usado após a ingestão de carne ou comidas gordurosas. Por auxiliar o fígado a eliminar compostos inflamatórios como as histaminas, é utilizada para ajudar a reduzir reações alérgicas causadas por alimentos. Para fazer um chá amargo, use uma colher de sopa de raiz seca por xícara de água quente. As flores têm uma maior concentração de lecitina que os grãos de soja e reduz cegueira noturna se usado como vitamina A. As raízes são ricas em minerais e contêm Lecitina que emulsiona a gordura e abaixa o nível de colesterol e protege o sistema cardiovascular. O maior efeito das folhas e raízes é manter o fígado saudável e ajudar a desintoxicar qualquer toxina e substâncias estranhas no corpo. Também ajuda a reduzir a pressão sangüínea.