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Agroecologia

 
Conheça um pouco sobre o mosquito Aedes.


O mosquito Aedes, nome científico Aedes aegypti ou Stegomyia aegypti, é o principal agente infeccioso, ou vetor, do vírus da febre dengue e também pode transportar outros vírus, como o vírus da febre amarela.

A razão pela qual o mosquito Aedes tem dois nomes científicos é porque o sub-gênero a que ele pertencia, Stegomyia, foi promovido a um gênero, em 2005, e, por conseguinte, o nome científico do mosquito Aedes aegypti mudou a partir de Stegomyia aegypti.

Informação Biológica

O mosquito Aedes é geralmente reconhecido pelas suas proeminentes listras brancas sobre o abdômen, embora por vezes outros mosquitos semelhantes possam ser confundidos com o mosquito Aedes.

O mosquito Aedes é encontrado na maioria das regiões dos trópicos, especialmente em regiões como o Sudeste Asiático, América do Sul e da África Central. Também pode ser encontrado no sudeste dos Estados Unidos, mas lá ele foi suprimido pela introdução de outra espécie mais competitiva de mosquito, o Aedes albopictus.

A classificação científica hierarquica do mosquito Aedes é a seguinte:

Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Diptera
Família: Culicidae
Gênero: Aedes
Espécie: Aegypti

O pico de alimentação do mosquito Aedes são de manhã e no final da tarde até poucas horas depois do inicio da noite.

O mosquito Aedes, como a maioria, prefere águas estagnadas, como a que está em vasos com plantas, baldes e calhas, mas eles podem também ocupar tigelas e locais úmidos, que não foram limpos ou lavados há muito tempo.
Fonte (adaptado): http://library.thinkquest.org/05aug/01095/index.html


Dicas para se evitar o aparecimento do mosquito:


 

Cultivo de hortaliças em recipientes.


Esse assunto sobre cultivo de hortaliças em recipientes ou containers é muito interessante, pois une a parte ecológica que abrange a reciclagem, reaproveitamento e reuso com a qualidade de vida de ter produtos saudáveis e a satisfação de produzi-los. Muitas pessoas deixam de produzir hortaliças quando mudam para um local sem espaço, entretanto as hortaliças requerem mais nutrientes e água do que espaço, pois o seu ciclo é muito curto, uma alface é colhida em até 30 dias, já uma couve-flor de 4 a 6 meses. Todas as hortaliças podem ser produzidas em recipientes que pode ser um vaso uma caixa de madeira ou até em uma garrafa PET.

A adubação pode ser feita com adubo orgânico encontrado em supermercados, lojas agropecuárias e de jardinagem como esterco de aves curtido ou húmus de minhoca (esses produtos vêm com a recomendação na embalagem), em geral pode-se misturar uma mão cheia de húmus com o solo para cada garrafa. O solo que vai preencher a garrafa deve ser uma mistura de 1/3 de terra vermelha peneirada, pois os torrões podem atrapalhar o desenvolvimento da planta, 1/3 de condicionador de solo (pode ser encontrado em lojas agropecuárias) e 1/3 de areia. O condicionador de solo pode ser substituído por um solo com um bom teor de matéria orgânica decomposta (solo de uma mata, por exemplo).

As sementes são colocadas na superfície do solo e enterradas até 1 cm de profundidade, geralmente são colocadas três sementes por garrafa, sendo que quando as plantas atingirem 5 cm de altura deixa-se apenas a planta mais vigorosa, retirando as mais fracas.

Várias espécies de vegetais podem ser cultivadas em recipientes, entretanto algumas se desenvolvem melhor em pequenos espaços como as folhas de pequeno porte: agrião, alface, almeirão, couve manteiga, espinafre e rúcula; os temperos: salsa, cebolinha; e as raízes pequenas: rabanete e beterraba.

Plantas de grande porte como tomate, abóbora e outras também podem ser cultivadas em recipientes, a diferença é que pelo fato do seu ciclo ser maior que as outras, são mais exigentes em nutrientes, devendo receber adubações parceladas.

Existem vários modelos de garrafas para cultivo, aqui eu explico dois modelos simples e eficientes. Para fazer a primeira garrafa deve-se cortar o cone e fazer dois furos laterais próximos ao fundo para permitir a drenagem do excesso de água (Fig. 1 e 2).




Figura 1 Figura 2


A segunda garrafa pode ser pendurada pela tampa por arame ou por fio, ela é cortada abrindo-se uma janela sem retirar o cone, também são furadas lateralmente para permitir a drenagem (Fig. 3 e 4).


Figura 3 Figura 4


Os furos laterais são feitos para que o excesso de água saia por eles, assim a planta não vai morrer pelo encharcamento nem por falta de água, pois sempre vai haver um pouco de umidade disponível no fundo da garrafa.

Estão prontas as garrafas que podem ser usadas para todo tipo de plantas desde hortaliças até medicinais e ornamentais (Fig. 5 e 6).


Figura 5 Figura 6